Psiquiatra Infantil em Belo Horizonte
Perceber uma mudança no comportamento do seu filho ou filha e não saber se é fase ou se merece atenção é uma das dúvidas mais comuns dos pais que me procuram. Sou o Dr. Márcio Candiani, psiquiatra com residência em Psiquiatria da Infância e Adolescência pelo CEPAI/FHEMIG (RQE 22415). Atendo crianças de 3 a 11 anos e adolescentes no consultório do bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte, e por telemedicina. Muitas famílias chegam com dúvidas sobre TDAH e autismo (TEA), e esta página explica como funcionam a avaliação e o tratamento. A família participa da avaliação e da construção do plano de cuidado. Para jovens a partir de 12 anos, veja também quando buscar ajuda para adolescentes.
Se você procura um psiquiatra infantil Belo Horizonte para avaliar o seu filho ou filha, a primeira consulta é feita com a família, sem pressa, no Santa Efigênia ou online.
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Quando procurar um psiquiatra infantil em Belo Horizonte
Nem toda dificuldade da infância exige avaliação psiquiátrica — mas alguns sinais merecem atenção quando persistem por semanas e afetam a rotina da criança em mais de um ambiente (casa, escola, convívio social).
Sinais na rotina escolar
Dificuldade para manter a atenção nas atividades, agitação que atrapalha a sala de aula, quedas de rendimento sem explicação aparente ou relatos recorrentes da própria escola costumam ser os primeiros sinais percebidos pelos pais.
Sinais no comportamento e no humor em casa
Mudanças bruscas de humor, irritabilidade fora do padrão da criança, dificuldade em lidar com frustração ou episódios de oposição que se repetem no dia a dia familiar.
Sinais no desenvolvimento social e na comunicação
Dificuldade de interação com outras crianças, atraso ou particularidades na fala e na comunicação, ou repetição de comportamentos e interesses de forma muito rígida.
Procurar uma avaliação não significa que algo está errado com a criança — significa buscar entendimento e o suporte adequado, no tempo certo.
Para uma lista mais detalhada, veja 7 sinais de que é hora de levar seu filho ao psiquiatra infantil e TDAH em crianças: quando procurar ajuda.
Em situação de risco imediato, como falas ou comportamentos de autolesão ou agressividade grave, procure o pronto-socorro mais próximo, o SAMU (192) ou o CVV (188).
Dr. Márcio Candiani: especialista em Psiquiatria da Infância em BH
Sou graduado em Medicina pela UFMG, com residência em Psiquiatria pelo Instituto Raul Soares/FHEMIG e residência específica em Psiquiatria da Infância e Adolescência pelo CEPAI/FHEMIG (RQE 22415). Ao longo de 25 anos de prática clínica em Belo Horizonte, venho acompanhando crianças e suas famílias com uma abordagem que une rigor diagnóstico e escuta — sem protocolos padronizados aplicados da mesma forma a todos os casos.
Formação específica: CEPAI/FHEMIG e RQE 22415
O RQE (Registro de Qualificação de Especialista) 22415 atesta formação reconhecida especificamente em Psiquiatria da Infância e Adolescência — uma subespecialização distinta da psiquiatria geral, obtida através de residência médica dedicada pelo CEPAI/FHEMIG.
Certificação internacional ADOS-2 e ADI-R para diagnóstico de TEA
ADOS-2 e ADI-R são protocolos de avaliação padronizados internacionalmente para o diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista, desenvolvidos pela Western Psychological Services. Quando a avaliação clínica indica a necessidade, esses instrumentos ajudam a tornar o diagnóstico mais preciso e menos sujeito a impressões subjetivas.
Condições atendidas na psiquiatria infantil
TDAH infantil
Dificuldade de atenção, agitação ou impulsividade que afetam a rotina escolar e familiar. Veja abaixo como funcionam a avaliação e o tratamento de TDAH.
TEA (Transtorno do Espectro Autista)
Avaliação diagnóstica e acompanhamento, com atenção a sinais que costumam aparecer ainda na primeira infância. Veja abaixo como funcionam a avaliação e o acompanhamento no TEA.
Ansiedade infantil
Medos persistentes, resistência à separação dos pais ou queixas físicas recorrentes sem causa médica identificada. Veja ansiedade em crianças: sinais e tratamento.
Dificuldades de comportamento e aprendizagem
Oposição frequente, dificuldade em seguir regras ou baixo rendimento escolar que pode ter raiz emocional ou neurodesenvolvimental. Veja mais sobre transtornos de conduta em crianças.
TDAH em crianças e adolescentes: avaliação e tratamento
O TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) é um transtorno do neurodesenvolvimento. Não existe exame de sangue, de imagem ou teste online que, sozinho, confirme o diagnóstico: ele é clínico, feito a partir da história da criança e de informações de mais de um ambiente.
Como é a avaliação de TDAH
- Histórico desde cedo: os sinais de desatenção, hiperatividade ou impulsividade costumam estar presentes antes dos 12 anos e por pelo menos seis meses.
- Mais de um ambiente: o impacto aparece em casa, na escola ou no convívio social, e não só em uma situação específica.
- Escalas para pais e professores: questionários como o SNAP-IV e a escala de Conners ajudam a organizar as informações, mas não fecham o diagnóstico sozinhos. Veja o SNAP-IV online e a escala de Conners para pais.
- Diferenciar de outras causas: ansiedade, problemas de sono, dificuldades de aprendizagem, alterações de visão ou audição, estresse familiar e o próprio TEA podem produzir sinais parecidos ou aparecer junto. Veja as comorbidades mais comuns no TDAH.
Como é o tratamento de TDAH
O plano é individual e costuma combinar mais de uma frente:
- Orientação aos pais: informação sobre o TDAH e estratégias práticas para rotina, organização das tarefas e manejo do comportamento.
- Apoio na escola: com autorização da família, ajustes como lugar na sala, divisão de tarefas longas e mais tempo em provas podem ser discutidos com a escola.
- Psicoterapia: em especial a terapia cognitivo-comportamental, útil para organização, autocontrole e quadros associados, como ansiedade.
- Medicação, quando indicada: a decisão depende da idade, da intensidade dos sintomas e do impacto na vida da criança. Quando usada, há acompanhamento regular de apetite, sono, peso, altura e efeitos colaterais, com reavaliação periódica da necessidade. Veja o que os pais devem observar com a Ritalina.
A resposta ao tratamento varia de criança para criança, e não há como prever resultados com antecedência: o plano é ajustado ao longo do acompanhamento, conforme a evolução. Para a avaliação de TDAH em todas as idades, veja a página de psiquiatra para TDAH em Belo Horizonte.
Autismo (TEA) em crianças e adolescentes: avaliação e acompanhamento
O Transtorno do Espectro Autista envolve diferenças na comunicação e na interação social, além de padrões de comportamento, interesses ou sensibilidades sensoriais mais restritos ou repetitivos. Cada criança no espectro tem um perfil próprio, com necessidades de suporte diferentes.
Como é a avaliação de autismo
- Histórico do desenvolvimento: fala, contato visual, brincadeira, interação com outras crianças e reações a sons, texturas e mudanças de rotina, desde os primeiros anos.
- Observação da criança: durante a consulta, com atividades adequadas à idade.
- ADOS-2 e ADI-R, quando indicados: o ADOS-2 é uma observação estruturada feita presencialmente, e o ADI-R é uma entrevista detalhada com os pais. Os dois complementam a avaliação clínica, não a substituem.
- Avaliações de outros profissionais: relatórios de fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia ou neuropsicologia e, quando há atraso de fala, investigação da audição.
- Condições associadas: TDAH, ansiedade, alterações de sono e irritabilidade intensa são frequentes no TEA e também entram na avaliação.
Antes da consulta, você pode ler sobre os sinais de TEA em crianças pequenas ou ver o guia de triagem de autismo por idade. Uma triagem positiva indica que vale fazer uma avaliação, não que a criança tem autismo.
Como é o acompanhamento no autismo
- As terapias são a base: fonoaudiologia, terapia ocupacional e intervenções comportamentais e de desenvolvimento, escolhidas conforme o perfil da criança, costumam ser o centro do cuidado.
- Papel do psiquiatra: fazer ou confirmar o diagnóstico, ajudar a família a organizar as prioridades do tratamento e acompanhar a evolução ao longo do tempo.
- Medicação não trata o autismo em si: pode ser considerada para condições associadas, como TDAH, ansiedade, insônia ou irritabilidade intensa com agressividade, sempre pesando riscos e benefícios junto com a família.
- Escola e direitos: quando a avaliação confirma o diagnóstico, o laudo de TEA pode ser emitido para crianças e adolescentes, o que ajuda no acesso a apoio escolar e a terapias.
Cada criança se desenvolve no seu ritmo, e nenhum profissional pode garantir resultados. O objetivo do acompanhamento é dar à criança e à família o suporte de que precisam em cada fase. Saiba mais sobre o diagnóstico de TEA em Belo Horizonte.
Como funciona a avaliação infantil
A avaliação de uma criança é diferente da de um adulto: ela nem sempre consegue descrever o que sente, e boa parte da informação vem de quem convive com ela. Por isso, a avaliação pode levar mais de um encontro e combina conversa com os pais, contato com a criança e informações da escola.
1. Primeira consulta com a família
Começo ouvindo os pais ou responsáveis sobre a queixa atual, a gestação, o desenvolvimento, o sono, a alimentação, a rotina escolar e o histórico de saúde da família. Quando faz sentido, converso diretamente com a criança, de forma adequada à idade, com conversa e brincadeira.
2. Informações de outros ambientes
Relatórios da escola, avaliações anteriores (fonoaudiologia, psicologia, neuropsicologia, terapia ocupacional) e, quando indicado, escalas respondidas por pais e professores mostram como a criança funciona fora de casa.
3. Instrumentos complementares, quando indicados
Quando a hipótese envolve TEA, os protocolos ADOS-2 e ADI-R podem complementar a avaliação clínica. Eles não substituem a avaliação: ajudam a organizar a observação.
4. Conversa com os pais e plano de cuidado
Explico aos pais o que a avaliação mostrou, o que ainda está em aberto e quais são os próximos passos. Às vezes já há uma hipótese diagnóstica clara; outras vezes, o melhor caminho é acompanhar a evolução ou pedir avaliações complementares. O plano pode incluir psicoterapia, orientação aos pais, encaminhamentos e, quando necessário, medicação.
Como a família participa
- Na avaliação: os pais são a principal fonte de informação sobre o desenvolvimento e a rotina da criança.
- Nas decisões: o plano é discutido com a família, com os prós e contras de cada opção, antes de começar qualquer tratamento.
- No dia a dia: a orientação aos pais traz estratégias práticas para casa, como rotina, sono, uso de telas e manejo de crises.
- Com a escola: quando a família autoriza, posso trocar informações com a escola para alinhar o cuidado.
O que levar na primeira consulta
- Relatórios ou bilhetes da escola e, se tiver, cadernos e boletins recentes.
- Laudos, relatórios e exames anteriores.
- Caderneta de saúde da criança.
- Lista de medicamentos em uso, com as doses.
- Anotações sobre o que preocupa vocês e desde quando.
Psiquiatra infantil ou psicólogo infantil: qual a diferença?
O psiquiatra é médico e pode avaliar, diagnosticar e, quando necessário, indicar tratamento medicamentoso. Psiquiatra e psicólogo costumam trabalhar em conjunto, cada um com seu papel no cuidado da criança.
Psiquiatra infantil Belo Horizonte: atendimento presencial em Santa Efigênia e online
Atendimento presencial no consultório em Santa Efigênia (Rua Rio Grande do Norte, 23, sala 1001, Belo Horizonte), de fácil acesso para famílias de Funcionários, Savassi, Floresta e Sion. Para famílias de outras cidades, o acompanhamento também está disponível online, para todo o Brasil, conforme as normas do Conselho Federal de Medicina. Veja como funciona a psiquiatria da infância e adolescência online. Algumas etapas, como a aplicação do ADOS-2, são feitas presencialmente.
Para adolescentes a partir dos 12 anos, veja psiquiatra para adolescentes em BH: quando buscar ajuda.
Perguntas frequentes de pais sobre psiquiatra infantil
Meu filho não presta atenção na escola. Isso é TDAH?
Pode ser, mas não necessariamente. Dificuldade de atenção também aparece em ansiedade, problemas de sono, dificuldades de aprendizagem ou questões da turma. A avaliação serve justamente para diferenciar essas possibilidades.
Meu filho não obedece e não para quieto. É TDAH ou é da idade?
Agitação e dificuldade em seguir regras fazem parte do desenvolvimento em algum grau. O que se avalia é a intensidade, a duração e o impacto na rotina da escola e da família ao longo do tempo.
Preciso levar meu filho na primeira consulta?
Combine isso ao agendar. Ouvir os pais e conhecer a criança fazem parte da avaliação, e parte da conversa pode acontecer só com os responsáveis, para que vocês falem com mais liberdade.
Meu filho vai sair da consulta com um diagnóstico?
Nem sempre. Em alguns casos, a avaliação já permite uma hipótese no início; em outros, é preciso reunir informações da escola e de outros profissionais ou acompanhar a evolução. Um diagnóstico apressado pode atrapalhar mais do que ajudar.
Meu filho vai precisar tomar remédio?
Não necessariamente. A avaliação vem antes de qualquer decisão, e muitas crianças são acompanhadas sem medicação. Quando a medicação é considerada, explico a indicação, os efeitos esperados e os possíveis efeitos colaterais, e a decisão é tomada junto com a família.
O psiquiatra infantil também atende autismo?
Sim. Avalio e acompanho crianças com suspeita ou diagnóstico de TEA, e é comum que TDAH e TEA apareçam juntos. Para crianças e adolescentes, o laudo de TEA pode ser emitido quando a avaliação confirma o diagnóstico. Saiba mais sobre o atendimento de autismo em BH.
Com quantos anos dá para perceber sinais de autismo?
Sinais de TEA costumam aparecer na primeira infância, às vezes antes dos 2 anos. A avaliação considera o histórico de desenvolvimento contado pela família e, quando indicado, instrumentos como ADOS-2 e ADI-R.
Quem diagnostica TDAH infantil: psiquiatra ou neurologista?
Os dois podem avaliar. TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento com diagnóstico clínico, e o psiquiatra da infância e adolescência é um dos especialistas habituais nessa avaliação. Alguns casos se beneficiam de avaliação conjunta com neurologista.
O tratamento garante melhora?
Nenhum tratamento tem resultado garantido, e a resposta varia de criança para criança. O que a avaliação oferece é um entendimento mais claro do que está acontecendo e um plano de cuidado revisto ao longo do acompanhamento, junto com a família e a escola.
A consulta pode ser online?
Sim. O acompanhamento está disponível online para famílias de todo o Brasil, com os mesmos critérios da consulta presencial.
Leituras úteis para pais
- Psiquiatra em Belo Horizonte: crianças, adolescentes, adultos e idosos
- Quando levar meu filho ao psiquiatra infantil? 7 sinais
- TDAH em crianças: quando procurar ajuda
- Sinais de TEA em crianças pequenas
- Ansiedade em crianças: sinais e tratamento
- Avaliação e tratamento de TDAH em Belo Horizonte
- Psiquiatra para autismo (TEA) em BH
Agende a avaliação do seu filho ou filha
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Dr. Márcio Candiani — CRM-MG 33.035 | RQE 10740, 22415, 27025


