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Tratamento de Ansiedade em Belo Horizonte com Dr. Márcio Candiani

A ansiedade faz parte da experiência humana. Sentir preocupação antes de uma entrevista de emprego, nervosismo diante de uma apresentação ou apreensão em situações de risco é uma resposta normal — e até necessária — do organismo. O problema começa quando esse estado deixa de ser pontual e passa a dominar o dia a dia, interferindo no sono, no trabalho, nos relacionamentos e na qualidade de vida. Quando isso acontece, estamos diante de um transtorno de ansiedade, e ele exige avaliação e tratamento especializado.

O que são transtornos de ansiedade e por que merecem atenção especializada

Os transtornos de ansiedade estão entre as condições de saúde mental mais prevalentes no mundo, afetando uma parcela significativa da população em algum momento da vida. Apesar disso, muitos casos demoram anos para receber diagnóstico correto — o que prolonga o sofrimento e dificulta a recuperação. O acesso a um psiquiatra com formação sólida nessa área muda diretamente o prognóstico.

Principais tipos de transtornos de ansiedade

Os transtornos de ansiedade não são todos iguais. Os mais comuns incluem:

  • Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG): preocupação excessiva e difusa com múltiplos aspectos da vida, presente na maior parte dos dias por pelo menos seis meses.
  • Transtorno do Pânico: episódios súbitos e intensos de medo acompanhados de sintomas físicos como taquicardia, falta de ar e sensação de morte iminente.
  • Fobia Social (Transtorno de Ansiedade Social): medo intenso e persistente de situações sociais ou de desempenho, com evitação significativa.
  • Fobias Específicas: medo desproporcional de objetos ou situações bem definidas — altura, animais, procedimentos médicos, entre outros.
  • Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC): pensamentos intrusivos recorrentes (obsessões) e comportamentos repetitivos realizados para aliviar a angústia (compulsões).
  • Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT): resposta prolongada a eventos traumáticos, com revivência, esquiva e hipervigilância.

Cada um desses quadros tem características próprias. O tratamento eficaz depende de identificar qual está em jogo — ou qual combinação deles.

Quando a ansiedade deixa de ser normal e vira diagnóstico

A linha entre ansiedade normal e transtorno está na intensidade, na duração e no impacto funcional. A ansiedade normal é proporcional à situação, passa quando o estímulo desaparece e não impede a pessoa de viver. A ansiedade patológica é desproporcional, persistente e limitante. Um adulto com TAG pode passar anos convivendo com preocupação crônica, insônia e tensão muscular sem receber diagnóstico correto. Esse quadro muda completamente com uma avaliação psiquiátrica estruturada.

Sinais de alerta: como reconhecer um transtorno de ansiedade em adultos e crianças

Reconhecer os sinais é o primeiro passo para buscar ajuda. Os sintomas se dividem em físicos e emocionais e variam conforme a faixa etária.

Em adultos, os sinais físicos mais frequentes incluem:

  • Palpitações ou aceleração dos batimentos cardíacos
  • Tensão muscular persistente, especialmente no pescoço e ombros
  • Insônia ou sono não reparador
  • Suor excessivo, tremores e boca seca
  • Dores de cabeça recorrentes sem causa orgânica identificada
  • Problemas gastrointestinais (enjoo, diarreia, dor abdominal)

Os sinais emocionais e comportamentais incluem:

  • Preocupação excessiva e difícil de controlar
  • Irritabilidade fora do padrão habitual
  • Dificuldade de concentração
  • Evitação de situações, lugares ou pessoas
  • Sensação constante de que algo ruim vai acontecer
  • Medo de perder o controle ou “enlouquecer”

Em crianças e adolescentes, a ansiedade frequentemente se manifesta de outra forma: queixas físicas sem causa orgânica (dor de barriga, dor de cabeça), recusa escolar, dificuldade de separação dos pais, choro frequente ou irritabilidade intensa. Crianças com ansiedade de separação ou fobia escolar chegam ao consultório, muitas vezes, após meses de investigações clínicas que não apontam nenhuma causa médica para os sintomas. Isso reforça a importância de incluir a avaliação psiquiátrica infantil nesse processo.

O diagnóstico é clínico e deve ser feito por um psiquiatra. Não existe exame de sangue ou imagem que confirme um transtorno de ansiedade — o que existe é uma avaliação cuidadosa do histórico, dos sintomas e do impacto na vida do paciente.

Como o Dr. Márcio Candiani avalia e diagnostica transtornos de ansiedade em BH

Tenho 25 anos de experiência clínica e tripla especialização em Psiquiatria Geral, Psiquiatria da Infância e Adolescência e Psicogeriatria, todas pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). Conduzo avaliações que consideram o histórico completo do paciente antes de qualquer conduta terapêutica. Não há atalhos: o diagnóstico preciso é a base de um tratamento que funciona.

A consulta psiquiátrica: o que esperar

A primeira consulta é uma avaliação clínica aprofundada. Realizo uma anamnese detalhada — investigando os sintomas atuais, o histórico de saúde mental e física, o contexto familiar, os antecedentes de tratamentos anteriores e o impacto dos sintomas no cotidiano. Quando indicado, utilizo escalas clínicas validadas para medir a intensidade dos sintomas e monitorar a evolução ao longo do tratamento.

Essa abordagem sistemática permite distinguir, por exemplo, um TAG de um episódio depressivo com sintomas ansiosos — diagnósticos que se sobrepõem com frequência e que exigem condutas diferentes. O objetivo da avaliação não é apenas nomear o diagnóstico, mas entender o paciente como um todo para traçar o caminho terapêutico mais adequado.

Atendimento presencial e telemedicina

Meu consultório fica no bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte. Para pacientes adultos e adolescentes que já estejam em acompanhamento, o atendimento também está disponível por telemedicina — ampliando o acesso a pessoas de outras cidades e estados sem abrir mão da qualidade do acompanhamento.

Abordagens de tratamento utilizadas pelo Dr. Candiani

Não existe uma fórmula única para tratar transtornos de ansiedade. O tratamento eficaz é sempre personalizado, construído a partir do diagnóstico, do perfil clínico e das necessidades individuais de cada paciente.

Farmacoterapia individualizada

Quando a medicação é indicada, ela é escolhida e ajustada de forma criteriosa. Considero o tipo específico de transtorno, a intensidade dos sintomas, a presença de condições associadas (como depressão ou insônia), o perfil de efeitos colaterais e a história de respostas a tratamentos anteriores. Não há receita genérica: a farmacoterapia é uma decisão clínica individualizada, acompanhada de perto ao longo do tempo para garantir eficácia e segurança.

O acompanhamento longitudinal é parte essencial do tratamento. A resposta à medicação é monitorada nas consultas de retorno, com ajustes sempre que necessário. O processo não termina na primeira prescrição.

Integração com psicoterapia

Para a maioria dos transtornos de ansiedade, a combinação de farmacoterapia com psicoterapia produz resultados superiores ao uso de apenas uma das abordagens. Quando avalio que a psicoterapia é parte importante do plano de tratamento, oriento e encaminho os pacientes, trabalhando de forma integrada com outros profissionais de saúde mental. A terapia cognitivo-comportamental (TCC), em particular, tem evidências robustas para o tratamento de TAG, pânico, fobia social e TOC, e é uma das modalidades mais recomendadas nesse contexto.

Tratamento de ansiedade em diferentes fases da vida

A ansiedade não escolhe idade. Ela pode se manifestar em uma criança de seis anos com medo de ir para a escola, em um adolescente paralisado pela pressão social, em um adulto sobrecarregado pelo trabalho ou em um idoso que enfrenta perdas e mudanças na saúde.

Atendo pacientes em todas as fases da vida — e isso não é apenas uma questão de agenda. A tripla especialização em Psiquiatria Geral, Psiquiatria da Infância e Adolescência e Psicogeriatria permite adaptar a abordagem diagnóstica e terapêutica às particularidades de cada faixa etária. Uma criança com ansiedade de separação requer uma avaliação completamente diferente da de um idoso com ansiedade associada a luto ou declínio cognitivo. O tratamento acompanha essa diferença.

Esse diferencial é especialmente relevante para famílias que precisam de um profissional capaz de acompanhar o desenvolvimento de uma criança ao longo dos anos, ou que buscam cuidado integrado para um familiar idoso com quadro complexo.

Como agendar sua consulta com o Dr. Márcio Candiani em Belo Horizonte

Se você reconhece em si mesmo ou em alguém próximo os sinais descritos neste artigo, o próximo passo é buscar uma avaliação com um psiquiatra. Quanto antes o diagnóstico correto é feito, mais eficaz e rápido tende a ser o tratamento.

Atendo:

  • Presencialmente no bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte (MG)
  • Por telemedicina para adultos e adolescentes já em acompanhamento, em qualquer localidade do Brasil

O agendamento pode ser feito diretamente pelo site drmarciopsiquiatra.com.br. Não espere os sintomas se agravarem para procurar ajuda — a avaliação psiquiátrica é o ponto de partida para recuperar qualidade de vida com segurança e cuidado individualizado.

Precisa de uma avaliação especializada ou uma segunda opinião médica?

O Dr. Márcio Candiani realiza consultas estritamente particulares presenciais em Belo Horizonte (no bairro Santa Efigênia) ou via Telemedicina para todo o Brasil. Você pode consultar as condições de atendimento e agendar diretamente com nossa equipe pelo WhatsApp.

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