Adolescência é uma fase de mudanças intensas — e nem sempre é fácil saber se o que você está vendo no seu filho é “coisa da idade” ou um sinal de que ele precisa de ajuda profissional. Se você está procurando um psiquiatra para adolescentes em Belo Horizonte, este guia explica quando procurar, o que esperar da consulta e como funciona o atendimento com o Dr. Márcio Candiani.
Quando vale a pena procurar um psiquiatra para o seu filho adolescente
Mudanças de humor fazem parte da adolescência. O que chama atenção é quando essas mudanças são intensas, duram semanas, ou interferem na escola, nas amizades ou no sono. Sinais comuns que levam famílias a procurar avaliação:
- Queda brusca no desempenho escolar sem explicação aparente
- Isolamento social, afastamento de amigos ou da família
- Irritabilidade constante ou explosões de raiva desproporcionais
- Dificuldade de concentração e desorganização persistente (possível TDAH não diagnosticado)
- Uso excessivo de telas e redes sociais associado a ansiedade ou tristeza
- Alterações no sono ou no apetite
- Suspeita de uso de álcool ou outras substâncias
Nenhum desses sinais isolados significa necessariamente um transtorno — mas quando vários aparecem juntos e persistem, vale buscar uma avaliação profissional.
⚠️ Se o adolescente falou sobre morte, suicídio ou automutilação, procure ajuda imediatamente. Ligue para o CVV: 188 (24h, gratuito e sigiloso) ou vá ao pronto-socorro mais próximo.
Principais questões tratadas na adolescência
TDAH que “piora” na adolescência
Muitos adolescentes com TDAH foram bem na infância, mas passam a ter dificuldade quando a cobrança escolar aumenta e a organização passa a depender mais deles mesmos. É comum a suspeita surgir só nessa fase.
Ansiedade e depressão
A pressão social, acadêmica e o uso intenso de redes sociais tornam adolescentes especialmente vulneráveis a quadros de ansiedade e depressão — muitas vezes disfarçados de “estresse do vestibular” ou “fase difícil”.
Autismo (TEA) identificado tardiamente
Adolescentes com traços mais sutis do espectro autista às vezes só chamam atenção quando as exigências sociais da adolescência — grupos, festas, relacionamentos — se tornam mais complexas do que na infância.
Sigilo médico: o que os pais podem e não podem saber
Uma dúvida frequente dos pais é sobre privacidade: o psiquiatra vai contar tudo o que o adolescente falar? O atendimento busca equilíbrio entre o sigilo necessário para que o adolescente confie no processo e a participação dos pais no acompanhamento. Detalhamos esse equilíbrio, incluindo os limites legais do sigilo médico, em um guia específico sobre sigilo médico com adolescentes.
Como funciona a consulta
A primeira consulta costuma incluir um momento com os pais (para entender o histórico e o contexto familiar) e um momento a sós com o adolescente, respeitando sua privacidade dentro dos limites éticos e legais. O atendimento é particular, com tempo ampliado, nota fiscal para reembolso junto ao plano de saúde, e opção de telemedicina para quem preferir.
Sobre o Dr. Márcio Candiani
CRM-MG 33.035, com Registro de Qualificação de Especialista em Psiquiatria (RQE 10740) e em Psiquiatria da Infância e Adolescência (RQE 22415). Formado pela UFMG em 1998, com residência no Instituto Raul Soares (FHEMIG). Atende no bairro Santa Efigênia, presencialmente e por telemedicina.
Perguntas frequentes
Meu filho adolescente pode vir sozinho à consulta?
Sim, após o primeiro contato com os pais, partes da consulta podem ser conduzidas a sós com o adolescente, conforme apropriado ao caso.
Com que idade um adolescente já pode ser avaliado por um psiquiatra?
Não há uma idade mínima fixa — a avaliação é indicada sempre que sinais persistentes causam sofrimento ou prejuízo no dia a dia, seja aos 12 ou aos 17 anos.
O psiquiatra vai contar tudo pros pais?
Não necessariamente. Há um equilíbrio entre sigilo e participação familiar, explicado em detalhe na página sobre sigilo médico com adolescentes.
Localização e contato
Rua Rio Grande do Norte, 23 – sala 1001, Santa Efigênia, Belo Horizonte – MG
WhatsApp: (31) 99728-8883 | Telefone fixo: (31) 3370-8605
CRM-MG 33.035 | RQE 10740, 22415, 27025