Receber um diagnóstico de autismo — ou simplesmente suspeitar que ele existe — muda a trajetória de uma família.
A dúvida sobre onde buscar ajuda qualificada é real, e a escolha do profissional certo faz diferença direta na qualidade do diagnóstico, no acesso a direitos legais e na construção de um plano de cuidado que acompanhe o paciente por anos.
Em Belo Horizonte, o Dr. Márcio Candiani atua como psiquiatra especialista em Transtorno do Espectro Autista (TEA), com 25 anos de experiência clínica e três especializações reconhecidas pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).
O que faz um psiquiatra especialista em autismo — e por que isso importa
Nem todo psiquiatra está preparado para conduzir uma avaliação de autismo com o rigor que o diagnóstico exige. O psiquiatra generalista tem formação ampla em saúde mental, mas o diagnóstico de TEA exige conhecimento aprofundado nos critérios do DSM-5, familiaridade com as particularidades do desenvolvimento infantil e experiência acumulada em diferenciar autismo de outros quadros de apresentação semelhante — como TDAH, ansiedade social, transtorno de linguagem ou deficiência intelectual isolada.
O psiquiatra especializado em TEA combina formação em psiquiatria da infância e da adolescência com experiência longitudinal: acompanha o mesmo paciente desde a suspeita diagnóstica na infância até os desafios da vida adulta.

O Dr. Márcio Candiani tem exatamente esse perfil. Suas três especializações pela ABP — Psiquiatria Geral, Psiquiatria da Infância e da Adolescência, e Psicogeriatria — permitem avaliar e acompanhar pacientes com TEA em qualquer fase da vida, com o mesmo rigor clínico.
Sinais de alerta: quando buscar avaliação para TEA em crianças e adultos
O TEA se manifesta de formas muito diferentes de pessoa para pessoa. Conhecer os sinais mais frequentes ajuda famílias e o próprio indivíduo a buscar avaliação sem esperar demais.
Sinais em crianças e adolescentes
Os comportamentos abaixo não confirmam o diagnóstico por si só, mas justificam uma consulta especializada:
- Comunicação: atraso na fala ou ausência dela; uso repetitivo e literal de palavras; dificuldade em manter uma conversa de ida e volta.
- Interação social: pouco interesse em brincar com outras crianças; dificuldade em entender regras sociais implícitas; contato visual inconsistente ou ausente.
- Padrões repetitivos: apego intenso a rotinas específicas, com sofrimento visível quando há mudanças; movimentos repetitivos como balançar o corpo ou agitar as mãos; interesse restrito e muito intenso em um único tema.
- Sensorialidade: reações exageradas ou reduzidas a sons, texturas, luzes ou cheiros.
Em adolescentes, os sinais podem ser mais sutis: dificuldade em manter amizades, sensação constante de “não se encaixar” ou esforço grande para acompanhar conversas em grupo.
Autismo em adultos: por que o diagnóstico tardio é mais comum do que se pensa
Nos últimos anos, o diagnóstico tardio de TEA ganhou visibilidade crescente. Muitos adultos chegam ao consultório depois de anos acumulando diagnósticos de ansiedade, depressão ou transtorno de personalidade que não explicavam completamente o que vivenciavam. Ao revisar a história clínica com atenção aos critérios do TEA, frequentemente se percebe que os padrões comportamentais estiveram presentes desde a infância — mas nunca foram identificados como autismo.
Esse fenômeno é especialmente comum em mulheres, que tendem a desenvolver estratégias de camuflagem social mais eficazes e chegam ao diagnóstico mais tarde. Para esse grupo, ter um psiquiatra com formação também em saúde mental do adulto é fundamental para uma avaliação que não perca nuances.
Como funciona a avaliação diagnóstica do TEA no consultório
Etapas da consulta e instrumentos utilizados
A avaliação diagnóstica de autismo não se resume a uma única consulta rápida. No consultório do Dr. Márcio Candiani, o processo inclui:
- Anamnese detalhada: levantamento da história de desenvolvimento do paciente desde a gestação, primeiros anos de vida, desempenho escolar e padrões relacionais.
- Entrevista com os pais ou responsáveis: especialmente em crianças, os relatos familiares sobre comportamentos em casa e na escola são parte essencial da avaliação.
- Observação clínica direta: a conduta do paciente durante a própria consulta — forma de se comunicar, explorar o ambiente, responder a perguntas — fornece informações clínicas relevantes.
- Instrumentos padronizados: o Dr. Candiani utiliza instrumentos reconhecidos internacionalmente para estruturar a avaliação conforme os critérios do DSM-5.
- Articulação com outros profissionais: quando necessário, a avaliação é complementada com encaminhamentos para psicólogos, fonoaudiólogos ou neuropsicólogos, integrando diferentes perspectivas antes da conclusão diagnóstica.
O laudo diagnóstico: o que ele inclui e para que serve
O laudo emitido pelo Dr. Candiani é um documento médico formal que descreve os achados clínicos, os critérios diagnósticos utilizados e a conclusão diagnóstica. Ele tem validade para:
- Escola e atendimento educacional especializado (AEE): garante acesso a suporte pedagógico e adaptações curriculares.
- INSS: necessário para solicitação de benefícios como BPC (Benefício de Prestação Continuada).
- Carteirinha de Autista: documento previsto pela Lei Berenice Piana (Lei Federal nº 12.764/2012), que assegura à pessoa com TEA direitos em saúde, educação e assistência social.
- Planos de saúde e outros fins legais: documentação de referência para qualquer processo administrativo ou jurídico relacionado ao diagnóstico.
Ter esse laudo assinado por um psiquiatra com especialização reconhecida fortalece a validade do documento perante órgãos públicos e privados.
Tratamento e acompanhamento do TEA: o que esperar após o diagnóstico
O diagnóstico de autismo não é um ponto final — é o início de uma nova fase. O papel do psiquiatra após o diagnóstico vai além da prescrição medicamentosa.
A psiquiatria atua principalmente no manejo das comorbidades que frequentemente acompanham o TEA: TDAH, ansiedade, insônia, comportamentos autolesivos, episódios de desregulação emocional. Quando a intervenção medicamentosa é indicada, ela é ajustada de forma individualizada, com revisões periódicas para avaliar resposta e tolerância.
Além do manejo medicamentoso, o psiquiatra orienta a família sobre estratégias de manejo comportamental, explica o que esperar em cada fase do desenvolvimento e articula encaminhamentos para terapias complementares — Terapia Comportamental Aplicada (ABA), terapia de integração sensorial, fonoaudiologia, psicoterapia. Nenhuma dessas abordagens substitui as outras: a integração entre profissionais é o que produz os melhores resultados.
O acompanhamento longitudinal é especialmente importante no TEA. As necessidades de uma criança de 6 anos são muito diferentes das de um adolescente de 16 ou de um adulto de 30. O Dr. Candiani conduz esse acompanhamento ao longo do tempo, ajustando o plano terapêutico conforme o paciente avança nas diferentes fases da vida.
Dr. Márcio Candiani: referência em psiquiatria do autismo em BH
Sou Márcio Candiani, psiquiatra com 25 anos de experiência clínica e três especializações reconhecidas pela Associação Brasileira de Psiquiatria: Psiquiatria Geral, Psiquiatria da Infância e da Adolescência, e Psicogeriatria. Essa combinação não é comum. Ela me permite acompanhar o paciente com TEA desde os primeiros sinais na infância até os desafios específicos da vida adulta, sem que ele precise trocar de especialista a cada fase.
Meu foco clínico está no TEA e no TDAH, dois transtornos que com frequência coexistem e que exigem avaliação cuidadosa para não gerar diagnósticos incompletos ou tratamentos inadequados. Atendo de forma particular, sem convênios, o que garante o tempo necessário para cada consulta e a personalização do cuidado.
O consultório fica no bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte. Para adolescentes e adultos já em acompanhamento, ofereço também a opção de telemedicina, ampliando o acesso a famílias de outras cidades de Minas Gerais e de outras regiões do Brasil.
Como agendar sua consulta em Belo Horizonte
Se você está em dúvida sobre buscar uma avaliação — seja para um filho, um adolescente ou para si mesmo —, o primeiro passo é simples: entrar em contato para agendar a consulta inicial.
O atendimento é particular, presencial no bairro Santa Efigênia (BH) ou por telemedicina para quem já está em acompanhamento. A consulta de avaliação tem duração estendida para garantir a coleta adequada das informações necessárias ao diagnóstico.
Para agendar, entre em contato pelo WhatsApp ou pelos canais disponíveis no site. Não é preciso ter certeza do diagnóstico para marcar — a dúvida já é motivo suficiente para uma avaliação especializada.
Precisa de uma avaliação especializada ou uma segunda opinião médica?
O Dr. Márcio Candiani realiza consultas estritamente particulares presenciais em Belo Horizonte (no bairro Santa Efigênia) ou via Telemedicina para todo o Brasil. Você pode consultar as condições de atendimento e agendar diretamente com nossa equipe pelo WhatsApp.





